Inovar sem perder o foco: Por que a tecnologia não é o modelo de negócio

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Nesta conversa da série Fintalks, Julián Colombo conversa com Gonzalo Cambiazo, uma referência com mais de 20 anos de experiência no setor bancário, que foi o primeiro grande usuário da plataforma da N5 no Creditcorp Bank há 8 anos.

A tecnologia como meio, não como fim:
Um dos aprendizados mais importantes é evitar colocar a tecnologia à frente do objetivo de negócio. Cambiazo enfatiza que um erro comum é acreditar que “a tecnologia é o modelo de negócio”. O ideal é trabalhar primeiro o processo e a cultura, e depois implementar a tecnologia que acompanhe essa visão [06:08].

Manter o foco nos fundamentos:
Diante da velocidade da Inteligência Artificial, existe o risco de perder o foco ao tentar abraçar muitas novidades ao mesmo tempo. A recomendação é não se apressar: é preciso surfar a onda tecnológica, mas sem esquecer os princípios fundamentais que geram valor na indústria financeira [04:48].

A importância do “Parceiro Estratégico”:
A tecnologia hoje é uma commodity. O verdadeiro valor está em ter parceiros que entendam as “dores” do cliente, sua velocidade e seu nível de maturidade. Uma relação próxima e de benefício mútuo (win-win) é o que garante que uma implementação não fracasse [02:39].

Eficiência radical na visão do cliente:
Como exemplo do impacto real da transformação, Cambiazo relembra como passaram de 12 minutos para obter uma visão completa de um cliente com sistemas antigos, para apenas 10 segundos com a plataforma da N5, unificando informações de mais de 17 sistemas core [09:44].

A verdadeira transformação digital não acontece apenas pela compra de software, mas pela mudança cultural e pela capacidade de execução de pessoas que entendem que o sucesso é construído em conjunto. Gonzalo Cambiazo foi reconhecido com o prêmio de Excelência em Execução por incorporar essa filosofia [08:04].

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