Em Panamá, três dias de conversas sobre banca e inteligência artificial

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Três dias de conversas com bancos e parceiros, num momento em que a IA deixou de ser uma promessa para se instalar na agenda dos comitês diretivos.

De 20 a 23 de julho, a equipe da N5 esteve no Panamá para se reunir com bancos, parceiros e prospects interessados em levar a conversa com seus clientes ao próximo nível. Foram 7 sessões e mais de 30 pessoas, com um objetivo claro: levar todo o nosso conhecimento para que o CCB melhore ainda mais seus indicadores de produtividade e eficiência. A visita chegou num momento particular para o sistema financeiro panamenho: a inteligência artificial deixou de ser uma promessa de inovação e começou a se instalar na agenda dos comitês diretivos.

Não é coincidência. Segundo dados do Banco Interamericano de Desenvolvimento, 58% das instituições financeiras panamenhas planejam implementar soluções avançadas de inteligência artificial, e o investimento regional em IA cresceu 32% entre 2021 e 2023. Bancos como o Caja de Ahorros já falam abertamente em se tornar “bancos inteligentes”, apostando em IA, governança de dados e alianças de ecossistema para ganhar presença no cotidiano de seus clientes.

O Panamá também avança na frente regulatória: a Estratégia Nacional de Inteligência Artificial, liderada pela SENACYT, busca posicionar o país como um polo regional de IA ética, segura e confiável, um marco que já começa a impactar de perto o setor financeiro.

Nesse contexto, a N5 chegou ao Panamá para conversar com bancos e equipes comerciais sobre um desafio bem concreto: como levar a inteligência artificial da conversa com o cliente além da prova de conceito, com a governança, rastreabilidade e qualidade que um setor regulado exige. São justamente os temas que, semanas atrás, ocuparam o centro do Banking Tech Summit Panamá: a necessidade de auditar o que a IA responde, evitar o “shadow AI” e construir uma verdadeira orquestração de agentes em vez de pilotos isolados.

As reuniões desses três dias foram uma oportunidade para ouvir em primeira mão os desafios de cada instituição e mostrar como a Singular, a plataforma da N5, ajuda as equipes de atendimento, vendas e cobrança a praticar e avaliar suas conversas mais difíceis: o outro lado, menos visível, da transformação com IA que a banca panamenha está vivendo.

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