"Durante los últimos años, la conversación sobre Banca Empresa giró en torno a unificar la información del cliente. Pero una vez resuelto ese problema, aparece uno nuevo, más humano: ¿en qué usa el ejecutivo el tiempo que esa unificación le devuelve? En muchos bancos, ese tiempo no se traduce en más conversación real con el cliente — se lo lleva otra tarea administrativa. La Banca Empresa que gane la próxima década no será la que tenga el sistema más sofisticado, sino la que logre que sus mejores ejecutivos vuelvan a dedicar su tiempo a entender a fondo el negocio de su cliente."
A corrida para incorporar inteligência artificial terminou antes que muitos bancos percebessem. Agora começa outra, bem mais difícil: decidir o que ainda não convém delegar. Durante anos, o desafio foi fazer com que a IA pudesse agir. Agora começa o mais difícil: ensiná-la até onde.
Julián Colombo, fundador da N5, conta no Poker de Damas como saiu de uma agência bancária para liderar uma fintech em 18 países. A história real por trás dos 100 dólares.
As finanças embarcadas integram pagamentos, créditos e seguros dentro de apps que não são bancos. Com o mito de Hermes como fio condutor, esta matéria explica o que é a banca embarcada, por que cresce na América Latina e quais riscos exige gerir com responsabilidade.
Décadas de crises financeiras deixaram uma desconfiança compreensível na América Latina. Hoje, os bancos digitais e a inteligência artificial aplicada enfrentam o verdadeiro desafio da região: não basta eliminar o atrito — é preciso reconstruir a confiança, transação por transação.
A IA substitui o scoring tradicional nas decisões de crédito: milhares de variáveis, resposta em segundos, menor inadimplência e maior inclusão financeira. É assim que o modelo está mudando na América Latina.