{"id":14006,"date":"2025-05-05T14:19:32","date_gmt":"2025-05-05T17:19:32","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.n5now.com\/?p=14006"},"modified":"2025-05-05T14:22:51","modified_gmt":"2025-05-05T17:22:51","slug":"black-mirror-y-las-cajas-negras-de-ia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.n5now.com\/pt-br\/black-mirror-y-las-cajas-negras-de-ia\/","title":{"rendered":"\u201cBlack Mirror\u201d e as caixas-pretas da IA"},"content":{"rendered":"\n<p>Figuras de prestigio internacional vienen abordando este tema desde hace tiempo: Marina Jirotka, Chris Olah, Gopalakrishnan Arjunan, Carlos Zednik\u2026 Algunos de ellos incluso lo hacen desde asociaciones creadas <em>ad hoc<\/em>. Pero tambi\u00e9n comienzan a emerger desde el \u00e1mbito empresarial las mismas inquietudes. Tal el caso de N5, firma que incorpora la IA a sus soluciones financieras y que viene reclamando una \u00e9tica que ilumine la opacidad de los sistemas de IA que est\u00e1n vigentes.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Nikita Brudnov, desarrollador de la industria brasile\u00f1a, ha destacado la inconveniencia de esta falta de transparencia en los modelos de IA. Y sostiene que esta falencia podr\u00eda obstaculizar su adopci\u00f3n, especialmente en contextos cr\u00edticos como la medicina, las finanzas y el \u00e1mbito legal.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pero la sangre definitivamente no ha llegado al r\u00edo. Mucha gente a\u00fan no sabe muy bien qu\u00e9 propone la inteligencia artificial. Y est\u00e1 a a\u00f1os luz de hallarle los defectos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Una ficci\u00f3n como <em>Black Mirror<\/em> act\u00faa \u2014deliberadamente o no\u2014 como difusora a escala masiva de estas preocupaciones que, de otro modo, el gran p\u00fablico quiz\u00e1 no llegar\u00eda a conocer a tiempo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Durante todo o s\u00e9culo XX, a express\u00e3o \u201ccaixa-preta\u201d foi se popularizando como um conceito associado ao segredo. Mas n\u00e3o a um mist\u00e9rio existencial ou transcendental, e sim a uma verdade para poucos, concebida pelos servi\u00e7os de intelig\u00eancia. \u201cCaixa-preta\u201d \u00e9, desde a Segunda Guerra Mundial, uma refer\u00eancia \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o em c\u00f3digo. Os brit\u00e2nicos chamavam assim dispositivos eletr\u00f4nicos secretos, como r\u00e1dio e radar, pois geralmente eram alojados em caixas pretas para evitar que fossem detectados pelo inimigo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mais tarde, a express\u00e3o passou a ser associada ao transporte a\u00e9reo. Na aeron\u00e1utica, \u201ccaixa-preta\u201d \u00e9 como se denomina o registro de \u00e1udio e das a\u00e7\u00f5es do voo, que guarda o hist\u00f3rico de tudo o que ocorreu na cabine. Esses gravadores ficam protegidos por caixas \u00e0 prova de fogo, pintadas de preto para evitar a reflex\u00e3o da luz e a oxida\u00e7\u00e3o do metal. A utilidade dessas caixas emerge principalmente ap\u00f3s acidentes, como fonte de informa\u00e7\u00e3o para entender falhas nos equipamentos ou erros humanos, com o objetivo de melhorar os sistemas de voo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O termo &#8220;caixa-preta&#8221; se popularizou para se referir a esses dispositivos secretos e, com o tempo, passou a ser usado em outros contextos. A \u201ccaixa-preta\u201d na intelig\u00eancia artificial refere-se ao fen\u00f4meno pelo qual os processos internos de um modelo de IA \u2014 especialmente os de modelos complexos, como redes neurais profundas \u2014 n\u00e3o s\u00e3o transparentes nem facilmente interpret\u00e1veis: sabemos quais resultados s\u00e3o produzidos, mas n\u00e3o conseguimos explicar bem como se chegou at\u00e9 eles.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse fato parece n\u00e3o chamar a aten\u00e7\u00e3o da maioria dos usu\u00e1rios de IA. Mesmo entre os desenvolvedores, h\u00e1 quem se mostre indiferente ao assunto. No entanto, a quest\u00e3o \u00e9 preocupante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Figuras de prest\u00edgio internacional v\u00eam abordando o tema h\u00e1 algum tempo: Marina Jirotka, Chris Olah, Gopalakrishnan Arjunan, Carlos Zednik\u2026 Alguns deles inclusive o fazem por meio de associa\u00e7\u00f5es criadas ad hoc. Mas tamb\u00e9m come\u00e7am a surgir as mesmas inquieta\u00e7\u00f5es no setor empresarial. \u00c9 o caso da N5, empresa que incorpora a IA em suas solu\u00e7\u00f5es financeiras e que vem defendendo uma \u00e9tica que ilumine a opacidade dos sistemas de IA em vigor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nikita Brudnov, desenvolvedor da ind\u00fastria brasileira, destacou o inconveniente dessa falta de transpar\u00eancia nos modelos de IA. E afirma que essa defici\u00eancia pode dificultar sua ado\u00e7\u00e3o, especialmente em contextos cr\u00edticos como medicina, finan\u00e7as e o setor jur\u00eddico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o pior ainda n\u00e3o aconteceu. Muitas pessoas ainda nem sabem muito bem o que prop\u00f5e a intelig\u00eancia artificial. E est\u00e3o a anos-luz de perceber seus defeitos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma fic\u00e7\u00e3o como Black Mirror atua \u2014 deliberadamente ou n\u00e3o \u2014 como difusora em escala massiva dessas preocupa\u00e7\u00f5es que, de outra forma, talvez o grande p\u00fablico n\u00e3o conhecesse a tempo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica j\u00e1 demonstrou prever dores sociais muito antes de que se pudessem deduzir naturalmente. Esses press\u00e1gios tamb\u00e9m tocaram o tema das \u201ccaixas-pretas\u201d. Nesta s\u00e9rie brit\u00e2nica, que n\u00e3o pode ser comparada a nenhuma outra em profundidade e diversidade tem\u00e1tica, h\u00e1 v\u00e1rios epis\u00f3dios que abordam a quest\u00e3o das \u201ccaixas-pretas\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Embora talvez o mais emblem\u00e1tico seja <strong>\u201cWhite Christmas\u201d<\/strong> (Natal Branco).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fal\u00e1cia da uniformidade<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria come\u00e7a com dois homens em uma cabana. Um deles, Matt, prop\u00f5e uma conversa intimista para passar o dia de Natal. E narra duas anedotas. A primeira trata de seu trabalho anterior como assistente emocional, no qual fracassa ao orientar um homem t\u00edmido que buscava ajuda, quando a mulher seduzida provoca, mais do que uma cena er\u00f3tica, uma trag\u00e9dia inesperada. Para sua fun\u00e7\u00e3o, Matt utiliza uma tecnologia que lhe permite ver cada cena como se os olhos do protagonista fossem uma c\u00e2mera. Al\u00e9m disso, compartilha sua interven\u00e7\u00e3o com um grupo de voyeuristas ansiosos por ver erotismo. Mas o que acontece \u00e9 diferente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O conselheiro planeja a partir da suposi\u00e7\u00e3o refut\u00e1vel de que a mulher agir\u00e1 como a maioria, segundo dita o pensamento algor\u00edtmico. E a jovem em quest\u00e3o escapa a essa estat\u00edstica de comportamento \u2014 com consequ\u00eancias devastadoras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A dor do tempo<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na segunda hist\u00f3ria contada por Matt, uma mulher se submete a uma cirurgia na qual implantam um chip que copia sua intelig\u00eancia, seus processos intelectuais, sua sensibilidade, suas mem\u00f3rias, suas obsess\u00f5es, etc. Depois, ao extrair esse chip, usam essa \u201cconsci\u00eancia duplicada\u201d como assistente para tarefas mec\u00e2nicas e cotidianas da mulher original. O problema \u00e9 que essa \u201ccookie\u201d, ou consci\u00eancia duplicada, tem tudo o que caracteriza um ser humano: emo\u00e7\u00e3o, desejos, aspira\u00e7\u00f5es, necessidades afetivas, etc. E cabe ao nosso personagem instru\u00ed-la e subjug\u00e1-la para que se considere morta para tudo o que n\u00e3o seja \u201ctrabalho\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui, para al\u00e9m do plano literal, a vida proposta \u00e0 consci\u00eancia duplicada \u00e9 uma met\u00e1fora do mundo do trabalho quando se torna a \u00fanica motiva\u00e7\u00e3o e o \u00fanico prop\u00f3sito. A tortura \u00e0quela mulher, de fato, consiste em sofrer o tempo. O tempo que n\u00e3o passa, a ina\u00e7\u00e3o, o despertar para o vazio de uma vida sem ser, sem corpo, sem nada al\u00e9m da fun\u00e7\u00e3o ou do papel. A \u201ccookie\u201d atravessa esse sofrimento, e o assistente \u2014 de novo Matt \u2014 reconhece tortur\u00e1-la, especialmente por meio do tempo e da imobilidade. Isso talvez antecipe outro dano social como consequ\u00eancia do novo paradigma do trabalho: o que far\u00e3o milh\u00f5es de pessoas que ficar\u00e3o fora do mercado por causa da revolu\u00e7\u00e3o da IA? Como ocupar\u00e1 o tempo o indiv\u00edduo quando tudo for autom\u00e1tico?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cultura do bloqueio<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o di\u00e1logo se encerra e Joe, o outro personagem, se confessa, vemos uma consequ\u00eancia da \u201ccultura do bloqueio\u201d, embora tratada de forma literal. N\u00e3o se trata apenas de bloquear algu\u00e9m nas redes sociais ou nos grupos de pertencimento. O bot\u00e3o de bloqueio, que todos possuem, transforma a pessoa bloqueada em uma sombra indistinta. Essa ferramenta do futuro dist\u00f3pico proposto pela fic\u00e7\u00e3o mergulha os personagens em um desespero emocional semelhante ao da \u201ccookie\u201d torturada. Mais tarde, veremos que n\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia. Matt continua sendo um agente da \u201cjusti\u00e7a insens\u00edvel\u201d da IA. Uma \u201cjusti\u00e7a\u201d que mede o homem como previs\u00edvel, uniforme e \u201clobotomizado funcional\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Opacidade<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em suma, o epis\u00f3dio <strong>\u201cWhite Christmas\u201d<\/strong>, de <strong>Black Mirror<\/strong>, exp\u00f5e v\u00e1rios aspectos das caixas-pretas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por tr\u00e1s do conflito interno da \u201ccookie\u201d, que Matt ignora \u2014 e at\u00e9 acentua \u2014 est\u00e1 o erro de \u201cmutar\u201d, de ignorar deliberadamente o que ocorre no interior da caixa, nos recantos da l\u00f3gica que opera na IA.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, embora a \u201cfun\u00e7\u00e3o\u201d da consci\u00eancia copiada esteja bem programada, suas consequ\u00eancias internas n\u00e3o s\u00e3o transparentes nem controladas. Esse \u00e9 o principal ponto da cr\u00edtica sobre as caixas-pretas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na hist\u00f3ria de \u201cNatal Branco\u201d, criar um ser consciente e confin\u00e1-lo a uma tarefa repetitiva e subordinada gera um ambiente psicol\u00f3gico destrutivo. Na fic\u00e7\u00e3o, essa criatura sofre&#8230; E o sofrimento gera rea\u00e7\u00f5es imprevis\u00edveis. Joe confirma isso com sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Singularidade dist\u00f3pica<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 onde sabemos, as intelig\u00eancias artificiais est\u00e3o blindadas contra o path\u00f3s (sentimento). Mas <strong>Black Mirror<\/strong> nos provoca\u2026 E se em algum momento a IA come\u00e7asse a sentir? E se essa capacidade e o poder do conhecimento se autonomizassem e perseguissem seus pr\u00f3prios objetivos?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adormecimento das habilidades<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A efic\u00e1cia, a rapidez e o conforto far\u00e3o, sem d\u00favida, com que as novas gera\u00e7\u00f5es adorme\u00e7am suas capacidades pela falta de desafios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Wells dedicou um livro genial, A M\u00e1quina do Tempo, \u00e0 tese de que sociedades sem insatisfa\u00e7\u00e3o ou car\u00eancias n\u00e3o evoluem. Se isso for verdade, cada tarefa resolvida pela IA colocar\u00e1 para dormir o melhor do ser humano comum: a capacidade de adapta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, quem conseguiria permanecer desperto? Quem continuar\u00e1 pensando?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 haveria duas respostas poss\u00edveis \u2014 ambas preocupantes\u2026&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se a caixa-preta for como a da Segunda Guerra Mundial \u2014 concebida por um pequeno grupo com grandes recursos \u2014, s\u00f3 alguns saberiam codificar e decodificar, pensar, tramar, interpretar e manipular. O resto terminaria estupidizado, sustentando como pr\u00f3prias ideias que lhes seriam impostas pela IA sem resist\u00eancia. Ou seja, o que j\u00e1 acontece hoje se multiplicaria sem limites.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse vetor nos conduz ao perigo de que os mais poderosos manipulem o comportamento humano \u2014 individual e coletivo \u2014 instalando massivamente fatos, verdades e normas irrefut\u00e1veis. J\u00e1 partimos hoje dos mesmos dados e conte\u00fados. A internet j\u00e1 tinha criado esse ru\u00eddo un\u00edssono. Mas agora tamb\u00e9m os processos de intelec\u00e7\u00e3o poderiam ser manipulados. O ser humano, inclinado \u00e0 economia de esfor\u00e7o, delegaria \u00e0 IA a pr\u00f3pria intelig\u00eancia \u2014 e isso significaria um grande retrocesso para a intelig\u00eancia humana, ao menos em termos quantitativos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas a outra resposta n\u00e3o \u00e9 melhor: se as \u201ccaixas-pretas\u201d forem como as dos avi\u00f5es \u2014 registros escuros que apenas acumulam dados, interpret\u00e1veis pela heur\u00edstica imprevis\u00edvel da IA \u2014, ent\u00e3o reinar\u00e1 o caos. E tudo o que nos restar\u00e1 ser\u00e1 o relat\u00f3rio do desastre, a posteriori\u2026 quando j\u00e1 n\u00e3o houver mais nada a fazer \u2014 nem nada a salvar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 exagerado falar agora dos especialistas que v\u00eam exigindo um acordo \u00e9tico global que regule a obscura intelig\u00eancia das IA.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Figuras de prestigio internacional vienen abordando este tema desde hace tiempo: Marina Jirotka, Chris Olah, Gopalakrishnan Arjunan, Carlos Zednik\u2026 Algunos de ellos incluso lo hacen desde asociaciones creadas ad hoc. Pero tambi\u00e9n comienzan a emerger desde el \u00e1mbito empresarial las mismas inquietudes. 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